VANTAGENS DO CONTROLE TOTAL VS VARIADOR DE FREQUÊNCIA

# O fato de que qualquer dosadora convencional seja de bombeamento alternativo,

é uma razão para que o torque resistente ao movimento do motor também o seja e,

como consequência, o variador deve movimentar um motor que esta como

"alternadamente travado" pelo pico desse torque resistente. Isto faz com que não se

opere estabilizadamente e também que o fator de erro por escorregamento elétrico

seja importante e que se originem trepidações, descontinuidades de transmissão e

deficiências de ventilação, especialmente quando se baixa para mais de 40% da

rotação nominal.

# Por outro lado, e já sobre a eficiência de bombeamento propriamente dita

(funcionamento do cabeçote), ocorre que, ao aumentar "tanto" o tempo de ciclo,

aumentam também os erros por falta de retenção de válvulas do cabeçote.

# Tenha em mente que, a maior frequência de partidas impostas pelo nosso sistema,

não implica em maiores exigências para o motor elétrico, uma vez que, no aspecto

mecânico, seu eixo se apoia sobre em rolamentos. Por sua vez, no aspecto elétrico, a

permutação do nosso Controle Total é cruzado por zero e o elemento arrastado (eixo

sem-fim) é de muito baixo momento de inércia polar, o que se traduz em um baixo

pico de intensidade de partida. No que se refere ao bombeamento, durante o ciclo

ativo, o cabeçote opera na velocidade "normal", isto é, fluido dinamicamente ideal,

para o qual foi projetado.


Atte, Eng. Eduardo Oriana

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